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Sobre a Autora
Ana Angélica Rodrigues de Oliveira é natural de Volta
Redonda (RJ).
Graduou-se em Pedagogia, curso realizado na UNB, UFES e FERP. É
Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,
na área de Administração e Política Educacional.
Participou da direção do Sindicato Estadual dos Profissionais
de Ensino (SEPE - Volta Redoonda) em 1987/91, foi membro do Conselho Municipal
de Educação de Volta Redonda em 1985/88, e dirigiu a Rede
Estadual de Ensino nesse município, no período de 1991/92.
Atualmente trabalha como orientadora educacional na Fundação
Educacional de Volta Redonda (FEVRE) e é professora dos cursos
de Pedagogia e Geografia da Sociedade Barramansense de Ensino Superior.
Aguarda chamada de concurso no qual foi aprovada, para professora assistente
na Universidade Federal Fluminense (UFF).
Quarta
capa
A eleição
para diretores e a gestão democrática da escola pública
- Democracia ou autonomia do abandono? de
Ana Angélica Rodrigues de Oliveira, anlaisa a eleição
direta para dirigentes escolares, que foi uma experiência pioneira
na rede estadual de Ensino de Volta Redonda, partindo da idéia
de que a eleição pode ser um caminho para a implantação
de uma gestão mais democrática na escola.
A principal fonte de pesquisa deste trabalho foram os depoimentos de diferentes
segmentos que compõem o universo escolar. A metodologia, predominantemente
qualitativa, combinou técnicas de entrevista semidiretiva e da
análise do discurso. Evidentemente, trata-se de um trabalho que
se destina a professores, pais, alunos e a todos os interessados em entender
o complexo processo de conquista da democracia na escola. Ao tratar do
tema pertinente à sociedade brasileira, na qual a escola pública
ainda não atende plenamente às demandas populares, o estudo
contribui para elucidar o acesso às condições de
bem-estar social pelas camadas majoritárias da população.
Segundo Emir Sader, o prefaciador, "a análise de Ana Angélica
é rica em dterminações e em conseqüências,
porque para ela a análise dos casos concretos ilumina uma abordagem
cujo marco geral é o da construção de uma democracia
que ainda não temos, daquela que pode nos tornar solidários
e não competitivos, daquela que luta pelos critérios de
qualidade - não extraídos dos manuais de engenharia atados
aos ajustes fiscais de corte neoliberal, mas do ideário humanista
e solidário."
Para a Editora Alfa-Omega, o lançamento desta obra é um
marco para a implantação de uma gestão mais democrática
da escola, "para a construção de um país que
abre duramente caminho por um mundo em que as escolas sejam mais importantes
que os bancos."
Ana Angélica graduou-se em Pedagogia, e é mestre em Educação
pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Tábua
geral da matéria
Sobre o
autora, vii
Dedicatória, ix
Agradecimentos, xi
Prefácio, xiii
Introdução, xv
Capítulo I
A redemocratização da sociedade brasileira e a eleição
para diretores na rede pública de ensino, 17
1. O ideal de cidadania democrática na história política
do Ocidente, 17
2. A transição democrática e a tual legislação
do ensino: a gestão da escola pública e a eleição
de diretores, 20
3. A eleição de diretores na rede estadual de ensino, no
município de Volta Redonda, 25
Capítulo II
A problemática: considerações teórico-metodológicas,
33
1. O problema: categorias utilizadas para a fundamentação
teórica, 33
2. Como a pesquisa foi realizada?, 37
3. Metodologia utilizada na pesquisa, 39
Capítulo III
As entrevistas: uma leitura plural das representações da
comunidade escolar, 41
1. A visão dos diretores, 41
1.1. O processo eleitoral, 41
1.2. A eleição de diretores e a sua relação
com a gestão democrática da escola pública, 47
1.2.1. Eleição para diretores: um caminho na direção
da democracia?, 47
1.2.2. Participação da comunidade educacional na gestão
da escola: cidadania, descentralização do ensino e a autonomia
pedagógico-administrativa e de gestão financeira, 49
1.2.3. Outros fatores indicativos do processo de democratização
escolar, 62
2. As visões da comunidade escolar, 66
2.1. O processo eleitoral, 66
2.2. A eleição de diretores e a sua relação
com a gestão democrática da escola pública, 72
2.2.1. Eleição para diretores: um caminho na direção
da democracia?, 72
2.2.2. Participação da comunidade educacional na gestão
da escola: cidadania, descentralização do ensino e a autonomia
pedagógico-administrativa e de gestão financeira, 75
2.2.3. Outros fatores indicativos do processo de democratização
escolar, 84
Capítulo IV
Considerações finais, 91
1. A eleição para diretores na perspectiva da comunidade
escolar, 94
2. A eleição de diretores e a sua relação
com a gestão democrática da escola pública: limitações
e avanços, 97
3. E a história continua... a polêmica sobre a eleição
de diretores, 101
Bibliografia, 107
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